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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Galaxy S5 ou iPhone 5S? Veja qual é o melhor entre os tops

Se o Galaxy S4 não foi um enorme sucesso, a Samsung agora aposta as suas fichas no Galaxy S5. Novo top de linha da empresa sul-coreana, ele foi apresentado no MWC 2014, com uma série de novos recursos e hardware top de linha. Se é o bastante para superar o iPhone 5S, o TechTudo conta neste comparativo.
Comparativo Galaxy S5 e iPhone 5S (Foto: Arte/ TechTudo)Comparativo Galaxy S5 e iPhone 5S (Foto: Arte/ TechTudo)

Desempenho: Galaxy S5
Chega a ser até um pouco desleal a comparação, tendo em vista que o iPhone 5S é um top de linha de 2013 e o Galaxy S5 um modelo para 2014. Sendo assim, obviamente, os recursos de hardware dele são mais avançados: processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core com 2,5 GHz, 2 GB de RAM, memória de 16 GB ou 32 GB com slot para cartão microSD de até 128 GB.
Já o iPhone 5S tem um processador Apple A7 dual-core de 1,3 GHz, 1 GB de RAM e opções de memória interna de 16, 32 ou 64 GB. Além disso, não tem NFC, que está presente no S5. Ambos possuem Wi-Fi, Bluetooth, 4G e leitor de digitais. O Galaxy S5 conta ainda com resistência à água e poeira. Sendo assim, é mais potente, completo, durável e avançado.
Bateria: Galaxy S5
Galaxy S5 (Foto: Isadora Diaz/TechTudo)O Galaxy S5 sai na frente no quesito desempenho (Foto: Isadora Diaz)

A potente bateria de Li-Ion com 2.800 mAh faz com que o usuário possa ter 21 horas de conversação no Galaxy S5. Mais do que o dobro das 10 horas oferecidas pela Li-Po, de 1.560 mAh, do iPhone 5S. Em um mundo cada vez mais conectado, isso certamente dá ao produto da Samsung uma grande vantagem.
Design e dimensões: iPhone 5S
O iPhone 5S, da Apple, é o segundo aparelho com mais espaço para armazenamento real (Foto: Luciana Maline/TechTudo)O iPhone 5S, da Apple, é mais discreto e tem dimensões menores (Foto: Luciana Maline/)

O visual elegante, limpo e mais compacto do iPhone 5S leva a melhor sobre o design um pouco mais “extravagante” do Galaxy S5. Além de grande, o aparelho da Samsung tem a parte traseira com um revestimento “curioso”, com bolinhas, e acabamento em plástico – além de estar disponível em cores mais chamativas.
O iPhone 5S, por sua vez, é mais discreto e tem dimensões menores: 123.8 x 58.6 x 7.6 mm, com 112 gramas de peso. Extremamente leve e compacto. Bem diferente do que o Galaxy S5 apresenta: 142 x 72.5 x 8.1 mm com 145 gramas. Para os usuários que desejarem algo simples, bonito e que cabe bem no bolso, o aparelho da Apple é a melhor opção.
Tela: Galaxy S5
Parte frontal do Galaxy S5, na parte superior tela mostra conexão 4G (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Parte frontal do Galaxy S5, na parte superior tela mostra conexão 4G (Foto: Isadora Díaz)

Se o tamanho menor ajuda o iPhone 5S a ser mais agradável no design, faz com que ele seja pior na tela. O que é curioso, pois normalmente gadgets com telas menores têm um nível de densidade de pixels por polegadas maior. Isso não acontece no comparativo dos tops de linha da Apple e da Samsung.
O Retina Display de 4 polegadas do iPhone 5S tem resolução de 640 x 1136 pixels. Ou seja, 326 ppi. Bem inferior à impressionante resolução de 1080 x 1920 pixels da tela de 5,1 polegadas Super AMOLED do Galaxy S5, que conta com 432 ppi. Seja para assistir filmes, jogar ou até digitar, a tela maior e de mais qualidade leva vantagem.
Câmeras: Galaxy S5 Samsung vai superar a Apple com o Galaxy S5?Opine no Fórum do TechTudo. 
Fotografar e filmar com o Galaxy S5 promete ser interessante. A nova câmera traseira do gadget tira fotos com até 16 megapixels, tem autofoco, flash LED e recursos como Dual Shot, captura de vídeo e foto ao mesmo tempo,  um estabilizador de imagem, detector de sorrisos e modo para se fotografar borrando o fundo. A gravação de vídeos é a 2160p em 30 fps e 1080p em 60 fps, com estabilização e HDR.
O iPhone 5S também é bom para fotos e vídeos, com sensor de 8 megapixels, flash dual-LED, autofoco, gravação simultânea de foto e vídeo, foco por toque, a detecção de rostos, panoramas, HDR e gravações de vídeos em 1080p a 30fps ou 720p a 120fps. Além disso, ele tem câmera frontal, de 1,2 megapixel. Inferior a de 2 megapixels do Galaxy S5, que, no geral, é melhor neste quesito.
Sistema operacional: Empate técnico
Os dois aparelhos têm o que há de melhor em seus sistemas operacionais. O iOS 7 no iPhone 5S e o Android 4.4 no Galaxy S5. A discussão entre Android e iOS é muito longa, vai além da mera disputa entre os gadgets de Samsung e Apple. Entretanto, é importante destacar alguns pontos dos softwares nos aparelhos.
O iOS 7 é uma versão mais simples, com ícones mais arredondados e visual colorido – com nova central de notificações, correções de segurança, papeis de parede animados, além de melhor desempenho. Já o Android 4.4 no Galaxy S5 possui uma nova interface TouchWiz 2.0, mais limpa, organizada e bonita.
Traseira do iPhone 5S, da Apple (Foto: Luciana Maline/TechTudo)O iPhone 5S, da Apple, empatou com o Galaxy S5 no quesito sistema operacional (Foto: Luciana Maline)

Preço e disponibilidade: iPhone 5S
O iPhone 5S, no site oficial da Apple, custa cerca de R$ 2.799 desbloqueado. Na internet, é possível encontrar o smartphone por pouco mais de R$ 2,4 mil. Os preços do Galaxy S5 devem ficar mais ou menos nesta mesma faixa. A vantagem do iPhone é a de já estar à venda no Brasil, enquanto o Samsung deve chegar somente em abril.
Conclusão: Galaxy S5
O iPhone 5S é um ótimo smartphone, mas com um hardware já relativamente passado, se comparado a lançamentos que chegaram neste ano de 2014 – como o Galaxy S5. O aparelho da Samsung é mais avançado do que o da Apple em todos os aspectos, desde sua tela até processador, memória RAM e armazenamento.
Só perde no design e na disponibilidade, sendo que o segundo quesito será resolvido em breve, e o primeiro é uma questão que vai muito do gosto de cada pessoa – assim como o sistema operacional. Portanto, no geral, a conclusão é de que o Galaxy S5 é superior ao iPhone 5S, e deve fazer bastante sucesso no mercado internacional.
Tabela comparatibe de Galaxy S5 e iPhone 5S (Foto: Arte/TechTudo)Tabela comparativa de Galaxy S5 e iPhone 5S (Foto: Arte)fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/mwc2014-galaxy-s5-ou-iphone-5s-veja-qual-e-o-melhor-entre-os-tops.html

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Testamos o Galaxy S5, novo top de linha da Samsung

A Samsung tem um novo top de linha. O Galaxy S5 foi anunciado hoje (24), durante o MWC 2014, e trouxe boas surpresas. A companhia arriscou tudo em cinco principais pontos: design, câmera, conectividade, vida saudável e estilo de vida. O resultado foi bastante interessante. Confira as primeiras impressões do Galaxy S5.

Novo Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Novo Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

O Galaxy S5 é inegavelmente um Galaxy. Ele tem um desenho muito parecido com o do seu antecessor, embora seja um pouco maior e tenha ganhado uma novíssima traseira. A traseira, aliás, ainda é plástica: nada de couro, como no Galaxy Note 3. A diferença está em pequeninas perfurações, uns furinhos da tampa que a Samsung jura que garantem uma melhor pegada. E, bem ela está certa. O Galaxy S5, mesmo maior, é mais confortável de se segurar com uma das mãos. Não há a sensação de smartphone escorregadio.
No detalhe, parte traseira do Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)No detalhe, parte traseira do Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Falando em cores, os potenciais compradores do S5 poderão escolher entre quatro: branco, azul, preto e dourado. A Samsung adicionou algumas firulas aos nomes das cores (o azul, por exemplo, é “metalic blue”, ou “azul metálico”), mas elas são basicamente essas. Testamos a versão em preto, que é a mais discreta e formal. É bonito ao vivo? Bem, isso já é questão de gosto, mas por aqui achamos a tampa traseira meio esquisitona, apesar de funcional.
A Samsung atendeu a pedidos e fez do Galaxy S5 um smartphone resistente à água e à poeira. Resistente, mas não à prova. A diferença é gritante, afinal. Seu Galaxy passará com tranquilidade por um dia de chuva, mas é muito improvável que ele vá sair ileso e funcional de um mergulho na piscina. A própria Samsung avisou, então é melhor não fazer a prova real.
A interface do Android do Galaxy melhorou em relação ao resto da linha, mas ainda não foi suficiente. Ela está mais clean e bonita, mas ainda peca pelo excesso. O extenso menu de configurações do Galaxy S5, em vez de uma longa lista, têm ícones. O problema é que são mais de cinquenta deles (sim, nós contamos), o que deixa o menu igualmente confuso. O mesmo acontece com o menu de conectividades, que fica na área de notificações, como em qualquer Android. Os ícones redondinhos ajudam na navegação, mas ainda são muitos deles.
Galaxy S5 oferece novos aplicativos para personalizar o uso do smartphone (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Novos ícones ocupam boa parte do menu de notificações (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Há no menu principal os atalhos de aplicativos e uma adição interessante, claramente inspirada em um recurso do Android puro visto no Nexus 5. A tela da esquerda, a última delas, é o Magazine, uma central de notícias em formato de cards. O visual é mais ou menos o que vimos nos Galaxy note Pro e Tab Pro este ano durante a CES, com a diferença de que são todos no mesmo formato retangular. No Nexus 5, aliás, essa tela da esquerda é ocupada pelo Google Now.
Galaxy S5 oferece novos aplicativos para personalizar o uso do smartphone (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Galaxy S5 oferece novo menu de configuração para personalizar o smartphone (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

A tela do Galaxy S5 é impecável. É uma Super AMOLED em Full HD com 5,1 polegadas, equipada com Gorilla Glass 3. A Super AMOLED já é velha conhecida, com suas cores vibrantes e ótima saturação, mas a Samsung adicionou ao S5 um controle de luminosidade mais preciso. Um algoritmo deixa o display super brilhante ao Sol, e ajusta ele ao modo batizado de super dimming quando em ambientes de pouquíssima luz. O sistema funciona de forma rápida, quase imperceptível, exatamente como deve ser.
Novo Galaxy S5, com acesso ao TechTudo (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Novo Galaxy S5, com acesso ao TechTudo (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

A câmera ficou mais rápida e ganhou algumas novas funcionalidades. São 16 megapixels na câmera traseira e 2 megapixels na frontal. A lente é acompanhada por um potente flash LED, localizado logo abaixo dela.  Além do punhado de recursos já vistos no S4, como o dual camera e o de foto com voz, o S5 tem um modo de foco seletivo e um HDR que funciona para vídeos. Testamos o foco seletivo, e o resultado foi pouco impressionante.
Sistema e câmera do Galaxy 5 permitem tirar fotos em vários tamanhos (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Câmera do Galaxy 5 permite tirar fotos em vários tamanhos (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Após tocar a tela e escolher qual ponto deveria ficar em primeiro plano na fotografia, o smartphone levou quatro segundos para processar a imagem e entregar o resultado. Parece pouco, mas tendo em vista que a Samsung passou a apresentação toda se gabando da megavelocidade da câmera… Bem, sejamos honestos: o clique no modo automático é realmente rápido. Bem, difícil dizer se leva o 0,4 segundo que a empresa prometeu, mas é rápido o suficiente.
Câmera do novo Galaxy S5 é testada em fotos no MWC, em Barcelona (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Câmera do novo Galaxy S5 é testada em fotos no MWC, em Barcelona (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Sim, o Galaxy S5, assim como o iPhone 5S, tem leitor de digitais. Isso significa que você pode desbloquear o aparelho com apenas um “swipe” no botão. Diferente do smart da Apple, não basta tocar, você tem deslizar o dedo pelo estreito botão para que o desbloqueio aconteça. Ah, e você ainda pode usar sua digital para realizar pagamentos online, em substituição da senha eletrônica.
Tela para registro de digital no Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Tela para registro de digital no Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

A Samsung poupou o público de números na apresentação, mas aí vão eles: o processador é um Qualcomm Snapdragon 801 de 2,5 GHz, acompanhado por 2 GB de RAM e opções de 16 ou 32 GB de memória interna. Para os mais “fominhas”, há um slot para cartão microSD, tradicional na linha Galaxy. O 4G do aparelho é compatível com diversas bandas, inclusive a brasileira. A bateria de 2.800 mAh é outro destaque, especialmente se usada com o novo recurso Ultra Power Battery, que desliga praticamente tudo quando é necessário economizar energia. Fecham as características o leitor de frequência cardíaca, o primeiro a ser colocado em um smartphone.
Sensor da câmera do novo Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Sensor de batimento cardíaco novo Galaxy S5, da Samsung (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

O Galaxy S5 roda Android 4.4.2 e chega ao mercado em 11 de abril. O lançamento ocorrerá simultaneamente em mais de cem países, o que muito provavelmente inclui o Brasil. O preço ainda não foi confirmado pela companhia, mas certamente ultrapassará os R$ 2 mil em terras brasileiras.
Tabela com configurações do Samsung Galaxy S5 (Foto: Arte/TechTudo)

fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/mwc2014-testamos-o-galaxy-s5-novo-top-de-linha-da-samsung.html

Nokia X ou Moto G? Confira o comparativo entre os smartphones de entrada

O mercado de smartphones intermediários com Android tem um novo integrante: o tão aguardado Nokia X . Lançado no MWC 2014, ele chega com visual arrojado e hardware simples. Mas será que é o suficiente para superar o “campeão do custo-benefício” dos aparelhos desta categoria, o Moto G, da Motorola? Confira a resposta neste comparativo.
Fique por dentro das novidades e tudo sobre o MWC 2014
Comparativo entre Nokia X e Moto G: veja qual é o melhor (Foto: Arte/TechTudo)Comparativo entre Nokia X e Moto G: veja qual é o melhor (Foto: Arte)

Desempenho: Moto G
O Nokia X é o modelo básico dos Androids da Nokia: tem processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz, 512 MB de RAM e 4 GB de memória interna, com slot para cartão microSD (de até 32 GB). Completam suas especificações uma bateria de 1.500 mAh, Dual-SIM, WiFi e Bluetooth.
Moto G tem tela de 4,5 polegadas (Foto: Allan Melo/TechTudo)Moto G, da Motorola, tem tela de 4,5 polegadas e roda Android (Foto: Allan Melo)

Já o Moto G possui também um processador Snapdragon 400, mas o seu é quad-core, com 1,2 GHz. A memória RAM é de 1 GB, a memória interna pode ser de 8 ou 16 GB e ele também tem Bluetooth, 3G e WiFi. Não é Dual-SIM e não possui slot para cartão de memória microSD. A bateria é de 2070 mAh.
Apesar destas últimas ausências, seu processamento e a maior memória RAM fazem com que ele tenha o melhor desempenho. A bateria também é superior, então ele consegue se manter no topo do custo-benefício do Android se comparado ao Nokia X – pelo menos em termos de desempenho.
Design e Dimensões: Nokia X
A identidade visual dos smartphones Nokia X é uma das mais bonitas do mercado, e ela novamente faz a diferença no Moto G. Ele segue a linha dos Lumias e possui um visual bastante agradável. Está disponível em seis cores (preta, azul, verde, vermelha, branca ou amarela) e mede 115.5 x 63 x 10.4 mm, pesando 128.7 gramas.
Primeiras impressões do Nokia X, modelo da Nokia com Android (Foto: Allan Melo/ TechTudo)Nokia X, primeiro modelo da Nokia com Android, sistema operacional do Google (Foto: Allan Melo)


As bordas mais arredondadas e a opção de troca da parte traseira do Moto G não deixam a desejar mas, o aparelho da Motorola é muito mais robusto do que seu concorrente neste comparativo. Mede 129.9 x 65.9 x 11.6 mm e pesa 143 gramas. Por isso, o Nokia X leva vantagem neste quesito.
Câmeras: Moto G
Um detalhe curioso do Nokia X: ele não é tão bom em fotografia. Se a linha Lumia possui alguns dos melhores celulares para fotos e vídeos, o X é bem modesto neste sentido: só fotografa com 3 megapixels na câmera traseira, sem Flash, e sequer tem uma frontal. O Moto G, portanto, leva a melhor aqui.
Câmera traseira do Moto G (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Câmera traseira do Moto G tem 5 megapixels e filma em HD (Foto: Luciana Maline)

Afinal, o smartphone da Motorola tem uma câmera com sensor de 5 megapixels, que filma em HD, na parte traseira e também uma frontal, com 1,3 megapixels. Não que o hardware de foto e vídeo do Moto G seja um primor, mas ainda assim supera o que a Nokia fez no X.
Sistema operacional: empate técnico
A Nokia inovou com uma versão open-source do Android, personalizada pela empresa, que deixa o Nokia X com uma cara mais de Windows Phone e do próprio sistema Asha dos aparelhos mais básicos. Além disso, ele não tem acesso ao Google Play, somente aos aplicativos que estão na Nokia Store – ou no cartão de memória via arquivos sdk.
Ele tem ainda alguns atrativos como Skype grátis com chamadas internacionais por um mês, MixRadio de graça, Here Maps e Here Drive. E, apesar de usar o Android, o X não abre mão da parceria com a Microsoft, oferecendo serviços como Outlook, Skype e OneDrive. Nada de Gmail,Hangouts ou Google Drive.
Linha Nokia X, com Android, contará com teclado Swiftkey completo e gratuito (Foto: Allan Melo/TechTudo) (Foto: Linha Nokia X, com Android, contará com teclado Swiftkey completo e gratuito (Foto: Allan Melo/TechTudo))Linha Nokia X, com Android, contará com teclado Swiftkey completo e gratuito (Foto: Allan Melo)

Já o Moto G é um produto com Android tradicional, acesso ao Google Play, serviços do Google pré-instalado e atualizações frequentes. Ele sai de fábrica com o Android Jelly Bean 4.3 e poderá ser atualizado pelos seus usuários para o KitKat 4.4. É um sistema mais consolidado no mercado e um tiro certo contra um duvidoso da Nokia.
 Preço e disponibilidade: Moto G
O Nokia X teve o preço anunciado de € 89, e já está à venda nos chamados “mercados emergentes”, como a América Latina. Entretanto, o site da empresa no Brasil ainda não fala sobre ele. Caso tenha uma certa relação com o preço estrangeiro, que gira em torno de R$ 290 sem impostos, e chegue ao Brasil logo, será uma grande alternativa.
Moto G com capas coloridas (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Moto G com capas coloridas (Foto: Luciana Maline)

Por enquanto, o Moto G segue melhor neste quesito, pois já está disponível e já possui um preço definido – e baixo. É possível encontrá-lo online por preços a partir de R$ 584, segundo o buscador Zoom. Caso a Nokia lance o X por um valor menor do que isso, ele assumirá a vantagem neste posto.
Conclusão: Moto G
Não há dúvida de que o Nokia X é um lançamento bem relevante no mercado. Caso sua aposta neste sistema operacional diferente dê certo, então, será ainda mais atrativo. No entanto, em termos de especificações técnicas, ele ainda não é o suficiente para passar o Moto G no quesito custo-benefício dos aparelhos Android intermediários.
O trio processador, memória RAM e bateria do Nokia X é bem inferior ao do Moto G, e a sua câmera também. Visualmente ele agrada, a opção pelo sistema pode dar certo, e o seu preço promete ser também relativamente baixo. No entanto, provavelmente ficará na mesma faixa do aparelho da Motorola e aí não terá hardware suficiente para competir.
Tabela com as configurações do Nokia X e do Moto G (Foto: Arte/TechTudo)Tabela com as configurações do Nokia X e do Moto G
fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/mwc2014-nokia-x-ou-moto-g-confira-o-comparativo-entre-os-smartphones-android.html

Galaxy S5 e linha Galaxy Gear já têm data para chegar ao Brasil

O novo Galaxy S5 e os novos Galaxy Gear 2 e Galaxy Gear Fit chegarão ao Brasil juntos, no dia 11 de abril. A informação foi confirmada por executivos da Samsung em um café da manhã para imprensa brasileira, em Barcelona, nesta terça-feira (25). O preço, porém, permanece um mistério.

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Gear Fit da Samsung: o relógio inteligente com tela curva (Foto: Allan Melo/TechTudo)Gear Fit da Samsung: o relógio inteligente com tela curva (Foto: Allan Melo)
Segundo o diretor de produtos da área de mobile, Alberto Soboll, a empresa ainda precisa conversar com algumas parceiras antes de definir o preço do Galaxy S5 no Brasil. Porém, assim como o Galaxy Note 3, os futuros compradores do S5 terão direito a um seguro de seis meses contra quebra de tela.
No país, ainda, a fabricante sul-coreana mantém algumas parcerias fortes com provedores de conteúdo, como a editora Globo, e serviços como o Dropbox e o Evernote, além de jogos locais, com a Grow. 
"É o único fabricante que consegue trazer parcerias fortes, como o Dropbox. Qualquer produto Samsung comprado no Brasil dá direito a 50 GB no serviço, e nós sabemos o quanto isso vale", disse o VP da área de mobile, João Pedro Flecha de Lima, que explicou que os apps não virão pré-instalados no celular. 
Os dois diretores também mantiveram em segredo os preços dos Galaxy Gear 2 e Galaxy Gear Fit, mas explicaram que o Galaxy Gear 2 Neo não tem previsão de vir ao país. E para quem ficou em dúvida sobre as supostas especificações mais modestas do Galaxy S5, em relação ao Galaxy Note 3, a Samsung respondeu: o "Galaxy S5 trouxe 2 GB de RAM por conta do KitKat. O sistema operacional ficou mais leve e otimizado", contou Soboll. "Ainda assim o Galaxy S5 é o smartphone com o melhor desempenho do mercado", completou.

fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/galaxy-s5-e-linha-galaxy-gear-ja-tem-data-para-chegar-ao-brasil.html

Lenovo apresenta três novos aparelhos de baixo custo no MWC 2014

A Lenovo anunciou três novos smartphones econômicos no MWC 2014. São os mais recentes integrantes da Série S da empresa, o S860, o S850 e o S660. Todos têm as especificações técnicas apenas razoáveis, mas preços baixos, e previsão de chegar somente em junho ao mercado.
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Novos aparelhos da série S da Lenovo (Foto: Isadora Diaz \ TechTudo)O S860, principal lançamento da Lenovo (Foto: Isadora Diaz/


 
O "headliner" da nova Série S é o Lenovo S860, que tem display de 5,3 polegadas IPS com resolução 720p. Disponível na cor preta, possui processador MediaTek quad-core de 1,3 GHz, 2 GB de memória RAM, câmera traseira de 8 megapixels, frontal de 1,6 megapixel e bateria de 4000 mAh. Seu preço é de US$ 349.
Novos aparelhos da série S da Lenovo (Foto: Isadora Diaz \ TechTudo)Lenovo S850 (Foto: Isadora Diaz )

Completam a linha o S850, com corpo de vidro, tela de 5 polegadas também IPS 720p, 1 GB de RAM, processador quad-core MediaTek de 1 GHz, potente câmera traseira de 12 megapixels e frontal de 5 megapixels, por US$ 269, e o S660, com display de 4,7 qHD IPS e mesmas configurações de processador e memória RAM, custando US$ 229.
Novos aparelhos da série S da Lenovo (Foto: Isadora Diaz \ TechTudo)O econômico S660 irá custar U$S 229 (Foto: Isadora Diaz)

Todos os aparelhos serão lançados somente em junho, e não há qualquer previsão de chegada ao Brasil. Afinal, a empresa ainda não comercializa aparelhos móveis no país. De qualquer forma,o Vibe Z e alguns outros devem ir para lojas brasileiras ainda neste ano, então quem sabe os novos S também não desembarcam.

fonte:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/02/mwc2014-lenovo-apresenta-tres-novos-aparelhos-de-baixo-custo-no-mwc-2014.html

ASSASSIN'S CREED 4: FREEDOM CRY

Assassin's Creed 4: Freedom Cry, novo DLC de Black Flag coloca o jogador na pele de Adewalé, ex Quartel-Mestre de Edward Kenway, que inicialmente se aventura em um assassinato templário. Confira o review completo do game.


Assassin's Creed 4: Freedom Cry é o mais novo DLC da franquia da Ubisoft. Nela, o jogador é transportado a encarnar Adewalé, pirata que foi ex Quartel-Mestre de Edward Kenway, o pirata assassino. O Techtudo jogou o DLC e traz para você uma análise sobre esse novo conteúdo deAssassin’s Creed 4: Black Flag.

Assassins Creed IV: Freedom Cry (Foto: Divulgação)Assassin's Creed IV: Freedom Cry (Foto: Divulgação)

O outro lado da moeda

Adewalé, também chamado de Adé, que durante grande parte de Black Flag ajudou Edward Kenway em suas missões, se separa de seu amigo para iniciar uma missão pela causa assassina. Após ser treinado pelos credo dos assassinos, o pirata parte em direção às Índias Orientais após lutar contra uma frota de navios e naufragar em uma tempestade. Lá, ele conhece Bartienne, uma mulher negra dona de um bordel.
Após presenciar o regime que o governador De Fayet está aplicando aos seus irmãos escravos, Adewalé se interessa em participar de outras missões a pedido de Bartienne, ao mesmo tempo que descobre que o governador está trabalhando com um cientista francês que está quase descobrindo uma nova forma de navegação que dará ao Rei uma grande vantagem na guerra.
Bartienne é a nova aliada de Adewalé (Foto: Reprodução/Euro Gamer)Bartienne é a nova aliada de Adewalé (Foto: Reprodução/Euro Gamer)
Um ponto muito positivo neste quesito se dá à contextualização da história de Freedom Cry com Black Flag. Próximo ao final do jogo protagonizado por Kenway, podemos ver ele e Adewalé conversando um pouco após meses sem contato. Adewalé menciona o tempo que ficou com os assassinos – sem mencionar maiores detalhes como treinamento e missões dadas – e que está partindo para uma nova missão.
Alguns meses depois, recebemos Freedom Cry, cuja história gira em torno da “Nova missão” de Adewalé. O DLC não é tratado como parte paralela do jogo ou insere um personagem totalmente novo e sem nexo com a história, mas mostra aos jogadores o esmero da desenvolvedora em entregar um jogo cujo foco não era saturar o mercado, mas sim trazer bons conteúdos para os fãs.

Os mesmos gráficos exuberantes e o problema no som

Assassin’s Creed 4: Black Flag conseguiu trabalhar muito bem a parte gráfica do jogo, tanto em seus efeitos de partículas como água, fogo e fumaça, quanto nas expressões de seus personagens e construção de terreno. Em Freedom Cry não foi diferente, embora não tenha havido nenhuma inovação ou mudança após seu jogo principal, o DLC se mostra fiel na parte gráfica, onde durante nossa análise não foi encontrado nenhum bug.
Uma parte muita reclamada em Black Flag foi sua parte sonora, e infelizmente isso também foi trazido para Freedom Cry. Embora a dublagem em Português dos jogos seja uma grande conquista para o mercado brasileiro, o trabalho de tradução das falas dos personagens para nossa língua nativa foi tão desastrosa, ou mais do que o que foi encontrado em Black Flag. As dublagens dos personagens impacta tão negativamente no jogo que é capaz de em muitos momentos tirar totalmente o jogador de sua imersão.
Um exemplo que podemos utilizar se dá ao final do jogo, onde um personagem que está prestes a morrer fala com Adewalé. O jogador pode perceber nitidamente que o personagem em questão está gravemente ferido e teria muitas dificuldades em falar, contudo, a dublagem diz totalmente o contrário, mostrando o personagem falando com total eloquência e sem alteração na voz.
Adewalé possui um Bacamarte que consegue atingir vários inimigos de uma única vez (Foto: Divulgação)Adewalé possui um Bacamarte que atinge inimigos de uma vez (Foto: Divulgação)
Quanto aos efeitos sonoros, o problema ainda persiste. Em muitas cenas há ausência de efeitos sonoros, como uma música ou banda tocando no bordel enquanto muitos dançavam no salão, ou então durante a execução de algum inimigo. Em dado momento, nos escondemos dentro de um poço e o utilizamos para realizar um assassinato furtivo em um capataz. Quando Adewalé o puxou para dentro do poço, o som emitido por ele tinha duração e tom totalmente incompatíveis com a cena em questão. Era possível vê-lo caído morto ao fundo do poço, mas o som de seu grito ainda permanecia.
Todavia, nem tudo está perdido: neste DLC foram inseridas novas trilhas sonoras, que foram aproveitadas muito bem dentro da campanha. As músicas de fundo tratam-se de canções africanas, cada uma contextualizada com a situação que Adewalé passava no momento. Essa novidade no jogo, aliada ao desejo do assassino em salvar seus irmãos escravos das mãos do governador permitem ao jogador entrar de cabeça na proposta do jogo.

Ei, conheço esses comandos

Além da parte gráfica, outra parte de Freedom Cry que não possuiu inovação ou mudanças em relação ao jogo principal foi sua jogabilidade. Os mesmos comandos utilizados por Kenway são utilizados por Adewalé, sem mudança alguma. Mas, diferentemente de Edward que utiliza espadas, Adé utiliza um facão e um Bacamarte para executar seus inimigos, além das famosas Hidden Blades.
A jogabilidade repetitiva do DLC pode incomodar alguns jogadores que buscam um novo desafio ao jogar com o assassino, como velocidade de corrida diferente, força, movimentação e até execuções. Entretanto, a utilização da mesma jogabilidade pode ser justificada pelo treinamento de Adewalé, que foi o mesmo que Kenway recebeu durante sua estadia com os assassinos. As mesmas formas de execução, de furtividade e execução, tecnicamente, foram ensinadas a ambos.

Diversão em pouco tempo

É possível ajudar escravos a serem libertos assaltando leilões (Foto: Reprodução/Forbes)É possível ajudar escravos a serem libertos (Foto: Reprodução)
Por ser tratar de um DLC, é normal a duração da campanha ser muito menor em relação ao jogo principal. Durante nossa análise, foi possível zerar o jogo em menos de quatro horas, mas para compensar a campanha curta, o jogo disponibiliza um novo tipo de Side Quest (Missões Secundárias): Libertar escravos. Em muitos momentos – inclusive em nas missões principais – Adé precisará libertar seus irmãos escravos para que eles lhe ajudem na causa. Há diferentes formas de libertá-los: invadindo plantações e matando os capatazes, interrompendo um leilão, ajudando um deles que está ferido ou matar o perseguidor de um escravo que conseguiu fugir.
O jogo conta no total com nove missões bem distribuídas, que levará o jogador novamente aos emocionantes combates marítimos, aos furtivos assassinatos e aos silenciosos momentos de escuta de conversas entre inimigos.

Conclusão

Assassin’s Creed 4: Freedom Cry é, sem dúvidas, uma ótima aquisição que os jogadores poderão fazer. Com seu preço baixo em relação ao jogo principal, conteúdo originais e bem trabalhados, a diversão é garantida a todos fãs da série, mesmo que somente por algumas horas. Embora ainda haja erros a serem corrigidos, eles não tiram a magia que Assassin’s Creed traz em suas aventuras.

fonte:http://www.techtudo.com.br/review/assassins-creed-4-freedom-cry.html

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014


REVIEW LG G FLEX

O smartphone curvado já é uma realidade no mercado. A LG lançou o G Flex em janeiro nos Estados Unidos, e deve fazer o mesmo por aqui no segundo semestre.  Confira!
LG G Flex, o smartphone com tela curvada (Foto: Luciana Maline/TechTudo)LG G Flex, o smartphone com tela curvada (Foto: Luciana Maline)

Design

As primeiras impressões são ótimas: o design do aparelho é realmente um diferencial. Para quem tem mãos grandes, ele é confortável de usar, discar, digitar, ver vídeos, fotos, colocar no bolso, na mesa...

LG G Flex é curvado e flexível (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)Justamente pelo design, o G Flex vai chamar atenção onde quer que vá. “Que celular é esse? Nunca vi!”, “Para que um celular curvado?”, “Nossa, ele é lindo” ou “Caramba, que esquisito!” são frases inevitáveis quando você saca o Flex. Afinal, brasileiro é apaixonado por carros, futebol e... celulares! Então, se você for uma pessoa discreta, o LG G Flex pode não ser para você.

No design também entraria o “fator de cura” do aparelho. Através de processos de dilatação, o G Flex pode se “regenerar” de pequenos arranhões na capa traseira. Com isso, chaves, atritos com outros gadgets, botões e afins deixam de ser um problema. E, novamente, viram uma atração. Afinal, quem não quer ter um smartphone “Wolverine”?
LG G Flex tem recurso que faz aparelho se "regenerar" após ser arranhado (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)LG G Flex tem recurso que faz aparelho se "regenerar" após ser arranhado (Foto: Isadora Díaz)



Aparelhos que têm a entrada para fones de ouvido na parte de cima são sempre mais práticos. Quando você pluga na parte de baixo, já está obrigatoriamente promovendo uma torção no plugue/cabo. Sobretudo para cabos mais grossos – ou para quem pratica esportes -, o plugue na parte de baixo não é nada confortável. E o mesmo vale para o carregador USB. Portas laterais são sempre menos frágeis e sujeitas a “abusos” aos cabos.
 Além disso, o G Flex também trouxe a reboque o esquema de botões volume-power do LG G2. Eles ficam na parte traseira, sob a câmera, e podem ser acessados com a ponta dos dedos indicadores ou médios. No início é um pouco esquisito, mas isso passa rápido. E você percebe que os botões laterais talvez tenham sido mais uma gambiarra da engenharia, de tão separados que são. Colocar o chip da operadora também é uma operação delicada. Você precisa puxar, às vezes com um alfinete, a gavetinha lateral. E encostar o SIM ali, torcendo para que ele não caia. 
Entrada para fones de ouvido do LG G Flex (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Entrada para fones de ouvido do LG G Flex (Foto: Luciana Maline/)

O LG G Flex é um foblet (do inglês, "phone" + "tablet"). Ou seja, um smartphone um pouco maior que a média. Dito isso, é claro que ele terá os prós e contras de aparelhos “vitaminados”. Para quem gosta, é sempre melhor um telão para digitar, ver e tirar fotos, ler e jogar. Mas a curvatura da tela favorece (e muito) a digitação, além de encaixar perfeitamente no binômio boca + ouvido. Enfim, é, basicamente, o que os smartphones teriam sido desde o início, não fossem as limitações da engenharia à época de sua popularização: curvados. Assim como os telefones “velha guarda” que temos em casa, na mesa do trabalho e por aí vai.
Curvatura do LG G Flex, semelhante à de telefones de mesa, funciona bem para chamadas telefônicas (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Curvatura do LG G Flex, semelhante à de telefones de mesa, funciona bem para chamadas telefônicas (Foto: Luciana Maline)

Desempenho

Agora, configurações: o LG G Flex é um foblet, com tela de 6 polegadas e 177 g de peso total. Tem resolução máxima de 720 x 1280 pixels, 32 GB de memória interna e 2 GB de RAM. Suporta Bluetooth 4.0, NFC, infravermelho e microUSB 3.0. Tem câmera traseira de 13 megapixels, que faz vídeos a 1080p em 60fps, com HDR, e som estéreo, além de contar com estabilização de vídeo. A câmera frontal, de 2,1 megapixels, faz vídeos a 1080 com 30 fps. Sob o capô, o processador Qualcomm Snapdragon 800, rodando a 2,26 GHz, com uma GPU Adreno 300.
O G Flex vem com a versão 4.2.2 do Android (Jelly Bean) e roda tudo. Sem engasgos, sem atropelos, sem choro. Dá para jogar, ver filmes, escrever e-mails, navegar – e muitas dessas combinações ao mesmo tempo, já que o aparelho é multitarefa. A única coisa que faz falta é uma porta microSD. Afinal, 32 GB podem não ser suficientes para um aparelho desse porte. Bola fora da LG.
Para compensar, a LG jogou firme na bateria. São 3.500 mAh de capacidade, que proporcionam uma bela autonomia. Em uso moderado, ele chega a incríveis dois dias sem ver o carregador, o que é muito respeitável, levando-se em consideração o tamanho da tela e o hardware.
Tudo isso dito acima já catapulta o LG G Flex para o post de “celular top de linha”. De acordo com os aplicativos de benchmark AnTuTu e Vellamo, ele disputa a coroa com o Galaxy Note 3 no reino dos foblets. Já no geralzão, briga ainda com o Galaxy S4 e com o irmão mais novo LG G2. Mas o G Flex não é, atualmente, nem foblet, nem smartphone, nem celular. É um conceito acessível. Um gadget-ostentação, em bom português.
Resultados de aplicativos de benchmark colocam o LG G Flex atrás do Galaxy Note 3 (Foto: Reprodução)Resultados de aplicativos de benchmark colocam o LG G Flex atrás do Galaxy Note 3 (Foto: Reprodução)

O teclado LG nativo, problemático no Optimus G Pro, melhorou muito. Está mais rápido, mais preciso e menos “louco” nas previsões. Ainda é recomendável uma troca por gente do tipo Swiftkey, mas mantê-lo não seria extravagância. Assim como seus predecessores, o G Flex traz os apps nativos vencedores da LG: LG Backup, que faz uma bela cópia de segurança, o Quick Remote, que transforma o foblet em um controle remoto universal (segue funcionando em qualquer aparelho!) e o QuickMemo, o mais legal de todos. Ao iniciá-lo, você pode escrever recados rápidos na tela e salvá-los, de modo a não perder nada – como o telefone de alguém com quem está conversando, por exemplo, ou comentários sobre uma apresentação ou foto.
Tela de bloqueio do LG G Flex e recurso QuickMemo (Foto: Reprodução)Tela de bloqueio do LG G Flex e recurso QuickMemo (Foto: Reprodução)

Durante a configuração inicial, uma coisa chama a atenção: a possibilidade de customizar os botões “menu” e “back”. Se você for canhoto ou estiver acostumado com o mundo Samsung, pode inverter ou manter o padrão. Outra das atrações do aparelho é poder acordá-lo com dois toques na tela (assim como no G2, aliás). No início, é esquisito, mas depois que você pega o “tempo” das batidas, nunca falha. Você pode adormecê-lo ou acordá-lo assim. E é fantástico. Nada de botões ou sacodidelas. O ruim é depois acostumar e ter que voltar para o velho “on/off”.

Tela

Brincar com o G Flex é divertido, muito divertido. Ele é confortável, responde bem e encaixa nas mãos sem ficar brigando para fugir dos dedos. O Flex inova com seu P-OLED (ou plastic OLED), o que não é pouca coisa. Mesmo tendo uma resolução efetiva menor que a do G2, por exemplo (720p contra 1080p), suas imagens impressionam. Muito mais do que qualquer foblet ou smart, aliás. Afinal, OLED é OLED, diriam os puristas. Além do mais, como a gente bem sabe, OLED tende a gastar menos energia – o que ajuda muito na longa autonomia do gadget.
Tela do LG G Flex tem resolução HD (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Tela do LG G Flex tem resolução HD (Foto: Luciana Maline)

Câmeras

Efetivamente, não é na câmera que o G Flex traz alguma novidade. Na verdade, todo o sistema é praticamente idêntico ao do G2, sendo que a única diferença é que o irmão menor tem estabilização ótica das imagens (OIS), coisa que o foblet flexível não tem. E isso faz uma enorme diferença, sobretudo em fotos noturnas – resultando em imagens com menos ruídos, mais saturação de cores e, especialmente, menos tremidas, em função de exposições mais prolongadas.
Câmera traseira do LG G Flex (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Câmera traseira do LG G Flex (Foto: Luciana Maline)

Também como seu irmão menor, o G2, o G Flex tem a câmera ao lado dos botões liga/desliga e volume. O flash LED também está ali mas, na prática, ele é pouco efetivo – como em todos os smartphones, ao que parece. Os modos de fotografia Normal, Disparo e Reparo, Tom Dinâmico (HDR), Automático Inteligente, Esporte Noite, além de Panoramica, Panoramica VR, Disparos contínuos, Câmera Dupla e Captura prévia de imagens também entregam um excelente resultado. Desde que haja boas condições de luz, claro.
Mais uma vez, o formato do aparelho favorece na hora de usar a câmera. Sendo ligeiramente curvado e com uma tela de 6 polegadas, é possível uma boa “pega” e uma excepcional visualização das imagens. Falta um botão dedicado à captura, mas nada que comprometa a usabilidade.
Interface do aplicativo de câmera do LG G Flex (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Interface do aplicativo de câmera do LG G Flex (Foto: Luciana Maline)

No geral, o G Flex tem uma câmeras respeitável. Seria bem melhor, claro, com o famoso OIS (básico em qualquer câmera que se preze hoje em dia). Não chega no nível dos “cameraphones” da Nokia, claro. Mas você vai conseguir ótimos registros com ela e aposentar de vez sua point-and-shoot.
A câmera frontal, de 2,1 megapixels é aquela que chamamos de básica. Enquanto outros aparelhos entregam versões de 5 megapixels (até mantendo uma certa proporção de relação frontal/traseira entre um terço), o G Flex mantém o padrão do G2. Imagens boas, simples, bonitinhas, mas extremamente limitadas. Funciona bem para videochamadas, mas não espereselfies espetaculares.
Câmera frontal do LG G Flex (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Câmera frontal do LG G Flex (Foto: Luciana Maline)

Custo-benefício

O LG G Flex ainda não foi lançado no Brasil – a previsão é de que ele chegue às lojas ainda no primeiro trimestre. Na Coreia do Sul, Índia e Inglaterra, onde o aparelho é vendido, sua versão desbloqueada sai pelo equivalente a US$ 940 (algo em torno de R$ 2.200, em conversão direta). Qual a mágica que a LG vai fazer para que, no Brasil, seu preço não atinja a estratosfera, ainda não sabemos. Mas que ele vai ser caro, disso não há dúvidas.
Tendo seu preço em mente, cabe uma análise: vale a pena comprar o LG G Flex? Se você pode pagar, sim. Trata-se do segundo celular curvado no mercado – o primeiro foi o Galaxy Round. Algo como um privilégio. Ele ainda tem alguns contras, como a resolução de tela e a câmera mediana, mas muitos prós (formato, autonomia, hardware, som, “fator de cura”...). E sim, o formato é um pró, ainda que não tenha sido totalmente compreendido. No geral, o LG G Flex é a prova de que a LG voltou forte para o jogo e vai buscar seu pedaço no mercado.

fonte:http://www.techtudo.com.br/review/lg-g-flex.html